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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Porque cultura também é Amor e Amor também é Cultura



Todos os dias são dias dos namorados
todos os segundos, minutos, horas,
não existem momentos específicos
existe sim o famoso sininho...o alarme
que os apaixonados ouvem.
São os sons que vem dos céus
que vem de dentro da alma
que ecoam pelos campos floridos,
pela natureza...pelos rios...
pelas cachoeiras...pelo mar
pelas nossas entranhas...
pelo nosso pensamento...
Sons que percorrem nosso corpo,
nossas entranhas....nossa alma.
São afagos silenciosos que trocamos
no caminho de nossa vida,
nas nossas noites...
nos nossos dias,meses e anos,
nos nossos beijos...
nos nossos silencio...
na nossa intimidade...
nos momentos do sexo gostoso,
são olhares silenciosos,
são murmúrios...sussurros,
são palavras ..frases ditas
com muito amor e carinho.
Pela luz de seus olhos
vejo o mundo,em todo seu esplendor
não temo a escuridão,
pois você é minha luz.
Através de sua voz
falo de paz, falo de amor,
esqueço os momentos tristes
que ficaram no passado,
esqueço-me da dor.
Através do pulsar de seu coração
sinto o meu...batendo fortemente
num sinal de eterna paixão.
Encontrar você,foi algo divino
alguém que esperei por toda a vida
e quando você chegou...senti a
certeza de que veio para ficar
eternamente para nos amarmos.
E todos os dias serão nossos ....o
dia dos namorados...porque
somos e seremos eternos amantes
apaixonados e enamorados!

Arneyde T. Marcheschi

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Um Bom Ano

Um Bom Ano Cultural é o que o Alencult deseja a todos, sobretudo para o Alentejo.
Esperamos que o salto cultural, por via da descentralização e da inovação, seja dado.
Este também é o mês de aniversário do Alencult, esperamos também a vossa participação na divulgação da oferta cultural no Alentejo.
A todos um bem haja.
Cumprimentos culturais!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Conservação


Constitui um "habitus" geral da nossa sociedade na sua relação com o tempo. Representa uma luta fracassada de antemão (e portanto jamais terminada) contra o tempo irreversível e seus efeitos. É, no fundo, um álibi para podermos, também nós esquecer.Conservar é sempre artificializar, encenar, musealizar, transformar o outro (coisa, ser vivo, pessoa) em objecto de observaçao de um sugeito observador.
Excertos retirados de compilação de Vitor Oliveira Jorge

Nostalgia


São por vezes as lembranças mais banais que despertam inexplicavelmente em nós a nostalgia mais difícil de apaziguar...não é o lamentável que aqui se lamenta (pois talvez nada haja a lamentar), é o aspecto arbitrário, irrazoável, irracional até, da caracteristica em si de todas as coisas se tornarem passado.

V.Jankélévitch, L'irréversible et la nostalgie, Flammarion,1974, p.286

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Dia dos namorados


Em toda as ruas te encontro

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto, tão perto, tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco

Mário Cesariny