terça-feira, 13 de novembro de 2007

A VER: Califone no CAEP - Portalegre


08 de Dezembro – Califone

Pequeno Auditório

Inicio 21.30h

Preço único 10 euros


Os Califone, originários de Chicago, e constituídos por Joe Adamik, Jim Becker, Ben Massarella e Tim Rutili, chegaram em força em 2004 á cena musical americana com "Heron King Blues”, herdeiro das tradições do Delta, mas num estilo reimaginado, improvisacional e electrónico, o que culminou no aclamado álbum “Roots and Crowns”, de 2006, uma excitante homenagem a começos e fins, a computadores e campos de milho, a pés cansados de trabalhar e cabeças latentes…

“Roots and Crowns” é um álbum sofisticado, uma extensão natural do seu antecessor, mas mais ambicioso, confundindo as convencionais ideias entre a música orgânica e electrónica, tanto um produto do desejo incontrolável e instintivo como da inteligência calculada, com alvos emocionais e intelectuais, em acenos ao jazz e ao folk.

As letras de Tim Rutili, vocalista e mentor da banda, são pequenas e imagistícas vinhetas de histórias que se vão desenrolando ao longo do álbum, o que as torna mais poemas que canções (“ao longo da tua pele/ perdi o dom da fala…”, de "Pink and Sour").

Os Califone sempre foram estranhamente sub-apreciados, e quanto mais avançamos para o Século XXI, mais esta música parece ao mesmo tempo familiar e necessária, herdeira dos blues e do soul sem pieguices revivalistas, experimental sem cair na cega improvisação autista…

É um som ao mesmo tempo velho e novo, sujo e imaculado, doce e amargo, que assusta mas é acessível, orgânico e industrial…
Em resumo, os Califone são antes de tudo uma banda de raízes eminentemente americanas, mas com um apelo que é (e merece tornar-se ainda mais) abrangente.


Site oficial: www. pastrysharp.com

My Space: www.myspace.com/califonemusic


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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Portugal é dos Estados-membros com menos profissionais na cultura





Portugal é dos países europeus onde as actividades culturais empregam menos trabalhadores e, entre estes, apenas um quarto têm habilitações superiores, revela um estudo divulgado pelo gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, Eurostat.

De acordo com os dados do Eurostat sobre a "economia da cultura", referentes a 2005, o chamado "emprego cultural" ocupa perto de 5 milhões de pessoas na UE a 27, representando 2,4 por cento do emprego total na União.

Contudo, os valores variam entre os 3,8 por cento na Holanda e apenas 1,1 por cento na Roménia, surgindo Portugal na penúltima posição da tabela (1,4 por cento).

Segundo o Eurostat, a Cultura emprega menos de 70.000 pessoas em Portugal, e destas só aproximadamente um quarto (27,9 por cento) têm licenciatura, também neste caso o segundo valor mais baixo da UE, apenas à frente de Malta (26 por cento) e muito aquém da média comunitária (47,7 por cento).

Ainda assim, este valor é quase o dobro da percentagem de licenciados no emprego total em Portugal (14,8 por cento).

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

A VER: CURTAS em Estremoz



08 - 10 NOV' 07 :: 21h30
Teatro Bernardim Ribeiro :: Estremoz


O Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema, cuja 1ª edição remonta a 1993, destaca-se pelo facto de apresentar a competição, nacional e internacional, paralelamente à qual são desenvolvidas outras actividades tais como exposições, aulas, homenagens, workshops, entre muitas outras. Estremoz recebe durante estes dias uma extensão de um dos mais reconhecidos festivais de curtas-metragens, onde será apresentada uma selecção de alguns dos filmes que concorreram e foram premiados na edição de 2007.
[http://www.curtasmetragens.pt]



08 NOV (5ª Feira) :: VÍDEOS MUSICAIS

Selecção de 16 vídeos musicais da competição, nacional e internacional, de onde se destacam os reconhecidos nomes do panorama musical como Sonic Youth, U2, X-Wife, The Leningrad Cowboys, Clavin Harris, entre outros. Uma sugestão para quem gosta de Cinema e Música.


09 NOV
(6ª Feira) :: CURTAS PORTUGUESAS


Uma selecção das melhores curtas-metragens que concorreram na competição nacional. Uma amostra do que de melhor se faz no nosso país.

LOST IN ART - LOOKING FOR WITTEGENSTEIN
de João Louro/Luís Alves de Matos
[Portugal, 2007, EXP, P&B, 10'30'']


AGORA TU de Jeanne Waltz
[Portugal, 2007, FIC, Cor, 14']


LIANOR de Bruno Bravo/Edgar Feldman
[Portugal, 2007, FIC, Cor, 23']


ANTES DE AMANHÃ de Gonçalo Galvão-Teles
[Portugal, 2007, FIC, Cor, 16']

EUROPA de Pedro Caldas
[Portugal, 2007, FIC, Cor, 19']

ELEGIA PARA ALGUNS FOTOGRAMAS PORTUGUESES de Fernando Lopes
[Portugal, 2007, DOC, Cor, 8']


10 NOV (Sábado) :: PREMIADOS 2007

Uma selecção das curtas-metragens vencedoras nas diferentes categorias do festival.

VITALIC - BIRDS
de Pleix
[França, 2006, VMUS/EXP, 3']


MY MOTHER LEARNS CINEMA de Nesimi Yetik
[Turquia, 2006, DOC, 3'30'']


PLOT POINT de Nicolas Provost
[Bélgica, 2007, EXP, 15']

TOLYA de Rodeon Brodsky
[Israel, 2006, FIC, 9'30'']

GRAVITY de Nicolas Provost
[Bélgica, 2007, EXP, 6']

CODEHUNTERS de Ben Hibon
[Reino Unido, 2006, ANI, 9'06'']

GENTES DO MAR de Dânia Lucas
[Portugal, 2006, DOC, 30']

A VER: Espectáculo "Da Boca Para Dentro "



Espectáculo "Da Boca Para Dentro "
31 de Outubro a 4 de Novembro
Teatro da Politécnica
Rua da Escola Politécnica, n.º 54 - Lisboa
Telefone: 213940455


‘Agora nós! É a nossa vez de jogar.’
Re-flectir; deixar ecoar; re-verberar os sons e imagens dos outros mundos.
Tic-tac, tic-tac, o relógio não pára nesta gincana planetária;
‘tic-tac, tic-tac está partido, e não tem conserto.’
Ou tem?

CO-PRODUÇÃO: CASSEFAZ - CENTRO INTERNACIONAL DE TEATRO / ETIC / FESTIVAL TEMPS D’IMAGES / DUPLACENA

DIRECÇÃO ARTÍSTICA: ANA TAMEN | DIRECÇÃO ARTÍSTICA DE IMAGEM : PEDRO SENA NUNES – de ETIC | TEXTOS: LUÍSA COSTA GOMES E RICHARD FOREMAN | INTERPRETAÇÃO: MARIA DUARTE E SAMUEL ALVES | PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: PATRÍCIA LEAL E NUNO MADEIRA | EDIÇÃO E COMPOSIÇÃO DE IMAGENS: DAVID LA RUA, HELDER FERNANDES, NUNO MADEIRA, PATRÍCIA LEAL | FOTOGRAFIA-ETIC: SUSANA JESUS | DESIGN GRÁFICO-ETIC: PEDRO ARROJA | COORDENAÇÃO DE PROJECTO-ETIC: RENATA AMARAL |CONSULTORIA TÉCNICA-ETIC: JOÃO ASENSIO, RENATO COUTINHO | CONSULTORIA PARA O ESPAÇO CÉNICO: VERA CASTRO | REALIZAÇÃO: RICHARD FOREMAN PARA BRIDGE PROJECT


Um espectáculo no âmbito do BRIDGE PROJECT – Ontological-hysteric Theatre (NY), a partir de filmagens em Portugal, Austrália, Alemanha e Japão.

A VER: 1.º European Film Festival - Estoril

Primeira edição do Festival de Cinema Europeu.
Não há filmes Portugueses na competição oficial.
O Estoril recebe já no próximo dia 8 de Novembro a primeira edição do Festival de Cinema Europeu.
Os bilhetes custam 4 euros. as sessões terão lugar no Casino Estoril e Cascais Villa.

Mais Informações

A VER: Programação CAS - Sines

Auditório

António Victorino d'Almeida »
O conhecido pianista, maestro e compositor António Victorino d'Almeida apresenta em Sines um recital comentado com uma escolha das melhores obras que produziu para cinema.
9 Novembro | 22h00 | 10 euros

Couple Coffee & Band - Homenagem a José Afonso »
Couple Coffe & Band presta homenagem a José Afonso, no âmbito do ciclo “Cantautores”. Juntando dois artistas brasileiros residentes em Portugal, este projecto acrescenta cambiantes tropicais à música de Zeca.
16 Novembro | 22h00 | 5 euros

Coro de Câmara de Lisboa »
O conhecido agrupamento vocal lisboeta apresenta um programa composto por música de Fernando Lopes-Graça, um dos maiores mestres da música portuguesa do século XXI, e Eurico Carrapatoso, um dos seus discípulos.
25 Novembro | 17h30 | 5 euros | Co-financiado pelo programa Território Artes

"Alma Grande", pelo Teatro O Bando »
Baseado na obra de Miguel Torga e inspirado no imaginário de Marc Chagall, “Alma Grande”, uma criação de João Brites, é um espectáculo de teatro onírico, que procura o contraste entre o lado luminoso e o lado sombrio da vida.
30 Novembro | 22h00 | 5 euros | Co-financiado pelo programa Território Artes

A VER: Exposição de Serralves no CAS - Sines

Imagem: Fernanda Fragateiro, Só é possível se formos 2, 2000.Colecção do Artista - produção Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto.

Só é possível se formos 2
Mais de 20 obras da colecção da Fundação de Serralves em exposição no CAS, onde artistas portugueses e estrangeiros traçam algumas das principais linhas de reflexão da arte contemporânea.

CAS - Centro de Exposições | 3 Novembro 2007 - 27 Janeiro 2008 | Inaug. 3 Novembro, 16h00, seguida de visita guiada pela curadora | Aberta todos os dias, 14h00-20h00 | Entrada livre | Org. Câmara Municipal de Sines / Fundação de Serralves

A VER: Eliott Sharp no CAEP - Portalegre


10 de Novembro – Elliott Sharp - “Sharp ? Monk ? Sharp ! Monk !”

Pequeno Auditório

Inicio 21.30h

Preço único 10 euros


Multi-instrumentista (guitarras, saxofones tenor e soprano, clarinete baixo, instrumentos de cordas inventados pelo próprio como o pantar e o slab, baixo eléctrico, computador, electrónica) e compositor, Elliott Sharp é um dos principais protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos Blues e do Jazz, ao Rock “no wave” e ao Techno, passando pela música para orquestra e pelo Noise.

As suas composições foram interpretadas, entre outros, pelo brilhante quarteto de cordas Kronos Quartet, e os seus colaboradores incluíem o cantor Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar. Em 1978, Sharp fundou a editora zOaR Records, onde tem lançado algumas das suas produções.

Destacam-se nos seus projectos mais recentes, composições e óperas de câmara para a Bienal de Veneza, partituras para os filmes “What Sebastian Dreamt”, “Commune” e “Spectropia”, diversas instalações sonoras para espaços e eventos de prestígio como a “Gallery of the School of Fine Art”, de Boston, o “Whitney Museum (Bitstreams)” ou a “Bienal NTT ICC”, de Tóquio.

Um dos mais recentes álbuns do músico, “Sharp? Monk? Sharp! Monk!”, consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças do “gigante” do jazz, Thelonious Monk. Na actual digressão, Sharp interpreta muitos destes clássicos de Monk, tais como Bemsha Swing, Epistrophy, Round Midnight, Misterioso, Well You Needn't, Nutty e Brilliant Corners.

Critícas a “Sharp? Monk? Sharp! Monk!”:

Um grande álbum, para disfrutar e guardar com carinho!

Downtown Music Gallery, Bruce Lee Galanter

Sharp prova-nos que Monk foi um dos grandes pianistas do jazz, um experimentalista inovador, e que o seu trabalho continua a engendrar interpretações unícas, e não apenas por parte de pianistas. All About Jazz - Laurence Donohue-Greene

Cheio de tensão, fervor melódico e acima de tudo improvisação inebriante, este é de facto um álbum cortante!

(Sharp= cortante)


Gazeta, Tom Sekowski


Site oficial: www.elliottsharp.com


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terça-feira, 30 de outubro de 2007

A VER: Festival de Danças de Salão - Sines


"Alentejo 2007" - Sines volta a ser a capital da dança

A Associação Recreativa de Dança Sineense(ARDS), realiza mais um Festival Nacional de Danças de Salão e Latino Americanas, no próximo dia 3 de Novembro, no Pavilhão dos Desportos de Sines. Considerado um dos maiores festivais do nosso país.


In Radio Sines

A VER: 7.ª edição do Festival Europeu da Canção para pessoas com deficiência mental

A 7.ª edição do Festival Europeu da Canção para pessoas com deficiência mental vai realizar-se no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, a 9 de Novembro, numa organização da Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL), apoiada por várias entidades públicas e privadas.

Portugal será representado pelo grupo Saravá, da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral (APPC) do Porto, depois de, em 2005, Rita Joana e Márcio Reis, jovens do núcleo regional do Centro da APPC, terem vencido a competição disputada na Áustria, com a canção “Maior que o mundo”.

Mais Informação

A VER: Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas

Hireminio Garcia (Cuba)

A 13.ª Exposição Internacional de Artes Plásticas vai decorrer em Vendas Novas de 27 de Outubro a 25 de Novembro em três espaços diferentes designadamente no Auditório Municipal, Centro Sócio-Cultural e Centro Cultural Polivalente.

Obras de pintura, escultura, cerâmica e arte têxtil, de cerca de 280 artistas oriundos dos quatro cantos do mundo poderão ser visitadas nos três núcleos da exposição de terça-feira a domingo das 13h00 às 17h00.

Este ano haverá ainda algumas novidades, como a utilização de luzes de néon, pintura sobre papel de jornal, várias obras de escultura expostas pela cidade, e, para além de visita guiada pelo Prof. Pintor Manuel Casa Branca que se realiza no dia 25 de Novembro, vão ainda decorrer ateliers para crianças dos Jardins-de-Infância e escolas do primeiro ciclo do concelho.

Mais informações

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A VER: Exposição: “O Torrão de Bernardim Ribeiro e Miguel Torga”

Museu Etnográfico do Torrão - Alcácer do Sal

Patente de 27 de Outubro a 31 de Dezembro

Entrada Gratuita

Horário:
Seg. a Sex. das 9:00h às 13:00h e das 14:00h às 17:00h incluindo os primeiros e terceiros sábados de cada mês.

“O Torrão de Bernardim Ribeiro e Miguel Torga”
Esta mostra pretende unir estes dois autores, ilustrando com fotos, quadros e textos as suas vidas, além de expor vários painéis com análise literária das respectivas obras. E o que une estes dois autores, separados por cinco séculos? (Bernardim nasceu no Torrão no século XV, em 1482, presume-se, e Miguel Torga, em 1907, em São Martinho da Anta). A vila do Torrão que é, portanto, a localidade onde terá nascido o autor de “Menina e Moça” e a terra de eleição de Miguel Torga, que ali se deslocava muitas vezes para ir caçar e passear. O médico e escritor dos “Contos da Montanha” sempre demonstrou uma profunda admiração pelo poeta palaciano e por aquela pacata localidade alentejana, tendo dito em 1978 que, se adoptasse uma segunda terra, esta seria o Torrão. “Vivi aqui horas de tanta intensidade literária, política, religiosa e lúdica, que Bernardim Ribeiro bem podia considerar-me seu conterrâneo. Duvido que a naturalidade dele seja mais significativa do que a minha naturalização”, terá escrito.

In Setúbal na Rede

domingo, 28 de outubro de 2007

A VER: The Young Gods no CAEP - Portalegre


Dia 17 de Novembro – The Young Gods Acústico
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 20 euros

Desde 1985 que os Young Gods nos oferecem música estonteante e surpreendente, composta por um trio formado à volta de samplers, substituindo corajosamente as tradicionais guitarras. Mas os Young Gods nunca recearam nada, criando desde o início uma nova gramática musical que deve um pouco ao rock, mas também à música industrial, clássica, barroca, ambiente e electrónica.
Formados pelo suíço Franz Treichler, a sua música ainda é pertinente e consistente, 20 anos depois do início da banda (um ciclo que vai dos viscerais e experimentalistas “The Young Gods”, de 1987, “L’ Eau Rouge”, de 1989 (ainda cantados em francês), até aos álbuns mais “ocidentais”, poderosos e conhecidos do trio, “T.V. Sky”, de 1991, “Only Heaven”, de 1995, e culminando num “regresso” à forma com “Super Ready / Fragmente”, de 2007. Pelo meio ficou o belíssimo álbum de versões de Kurt Weill, “Play Kurt Weill”, de 1991, e experiências mais electrónicas e ambientais, “Second Nature” e “Music for Artificial Clouds”, de 1999 e 2004, respectivamente

Aventureiros, pioneiros e cientistas loucos? Os Young Gods continuam a ser uma referência intransponível da música actual, com bandas e artistas do calibre de Mike Patton (Faith no More, Fantómas), The Chemical Brothers, Maynard James Keenan (Tool e A Perfect Circle) ou ainda The Edge (dos U2), a reclamar a herança dos “jovens deuses” helvéticos.
Mas não mencionem isto a Franz Treichler (voz, guitarra), Al Comet (samplers, órgão) ou Bernard Trontin (bateria). Os Young Gods sempre consideraram que a humildade e a capacidade inventiva caminhavam de mãos dadas…

Evitar a rotina. Regressar. Começar com novos desafios, projectos. Alimentar a Alma e continuar a exploração de novos territórios, são estes os objectivos dos Young Gods do século XXI..

Além da carreira discográfica, os Young Gods têm ainda realizado vários projectos paralelos que mostram o ecletismo do grupo, tais como tocar com uma orquestra sinfónica para comemorar os seus 20 anos de carreira, reescrever a banda sonora do filme/documentário “Woodstock” (e tocá-la ao vivo), colaborar com o antropologista Jeremy Narby (numa conferência sónica sobre a Amazónia), trabalhar com o “Museu das Ciências”, de Genebra, para o projecto “Aquanaute”, até finalmente à realização de concertos acústicos, em cujo formato se apresentam nos palcos portugueses.
Podemos portanto dizer, em jeito de resumo, que desde a 1ª aparição meteórica dos Young Gods em Portugal, nos idos dos anos 90, que nunca a sua extensa legião de apreciadores os viu verdadeiramente num concerto com guitarras…
In CAEP

Site oficial: http://www.younggods.com/
My Space: www.myspace.com/theyounggods

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A VER: Serralves do CAS - Sines

Inauguração da exposição "Só é possível se formos 2"
Numa parceria com o Museu Serralves, o Centro de Artes de Sines inaugura, dia 3 de Novembro, às 16h00, a exposição "Só é possível se formos 2". Serão mais de 20 obras da colecção da Fundação de Serralves em exposição no CAS, onde artistas portugueses e estrangeiros traçam algumas das principais linhas de reflexão da arte contemporânea.
CAS - Centro de Exposições 3 Novembro 2007 - 27 Janeiro 2008 Inaug. 3 Novembro, 16h00, seguida de visita guiada pela curadora Aberta todos os dias, 14h00-20h00 Entrada livre Org. Câmara Municipal de Sines / Fundação de Serralves
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A VER: Seu Jorge no CAEP - Portalegre



Dia 09 de Novembro – Seu Jorge
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 25 euros

Seu Jorge, brasileiro de 36 anos, é um homem elegante e com esti­lo. O género de homem que se destaca no meio de uma multidão. Uma longa silhueta escura que parece vestir um smoking dentro da t-shirt, ou trazer uma t-shirt dentro do smoking!
Seu Jorge, de Jorge Mário da Silva, já participou até agora em mais de dez filmes, entre eles, “Cidade de Deus”, onde ficou famoso com a personagem Mané Galinha, e «The Life Aquatic With Steve Zissou» (“Um peixe fora de água”) de Wes Anderson, produzido pelos estudios Disney e com a participação de Bill Murray, Angelica Houston e William Daffoe.
Ao longo deste tempo, Seu Jorge também compôs para as bandas sonoras das longas metragens «Amores Possíveis» de Sandra Wernack e «A Partilha» de Daniel Filho.
Antes de ter participado no filme “Cidade de Deus”, como Mané Galinha, Seu Jorge já conhecia muito bem todo o universo descrito neste filme: toda a sua infância foi vivida nas favelas do Rio, o que lhe deu uma formidável determinação e comprometimento polí­tico.
Entre 1990 e 1997, ele esteve praticamente fora de combate. Vivia nas ruas do Rio de Janeiro, como um sem-abrigo. Diz que tinha que passar por isto. Em 1997 foi parar ao grupo de teatro “Tá na Rua”, de Amir Haddad. Foi então "recolhido", por assim dizer, por um grupo de admiradores e convidado a integrar um grupo que fez furor durante algum tempo nos bares da Lapa ca­rioca: o Farofa Carioca.
De novo sozinho, após o fim da banda, o cantor lançou o seu primeiro disco a solo - “Samba Esporte Fino” – editado em Portugal com o título “Carolina”, produzido por Mario Caldato Jr., o mesmo dos Beastie Boys. A procura do CD foi grande, mesmo depois de esgotado. Ao mesmo tempo estreava o filme - Cidade de Deus. E, de repente, Seu Jorge era o Mané Galinha. O sucesso foi inevitável!
Hoje, define-se como um compositor po­pular, que gosta de inúmeros géneros musicais, mas o seu grande trunfo é o samba. «O samba é a nossa vida, a nossa particularidade, nossa medalha de ouro, nosso baluarte, nosso estandarte brasileiro», diz Seu Jorge.
O seu álbum, “Cru” que já vendeu dezenas de milhar de cópias em França. O vídeo-clip da música “Tive razão” foi rodado em Roma, com a participação dos actores William Dafoe e Bill Murray e sob a direcção da cineasta Mariana Jorge.

Citações:
«...Seu Jorge é um músico da cabeça aos pés, com talento indiscutível para a compo­sição...»
in Diario de Noticias/DNA 5 de Agosto 2005

«Seu Jorge, na sua ascensão meteórica vinda quase do nada (o que é ilusório, porque sempre houve música na sua vida), faz lembrar Basquiat ou Hendrix, porque a arte nele tem qualquer coisa de vulcânico, visceral, muito para lá da imagem de mais um nome que a Europa endeusou»
in Público/Y 1 de Julho 2005

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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

terça-feira, 23 de outubro de 2007

A VER: FANTAS no CAS - SINES


24-27 Outubro: Fantasporto em Sines
Apresentação de cinco dos melhores filmes que já passaram pelo prestigiado festival de cinema Fantasporto.

CAS - Auditório | 24-27 Outubro | 22h00 | Gratuito (sob reserva) | Org. Câmara Municipal de Sines / Fantasporto


O Centro de Artes recebe em Outubro um conjunto de cinco filmes que estiveram em destaque no grande festival do cinema fantástico realizado em Portugal. As películas a projectar são filmes premiados e outros que registaram grande adesão e simpatia do público no festival, todos eles legendados em português. Criado em 1981, o Fantasporto foi consagrado internacionalmente pela revista "Variety" como um dos vinte mais importantes festivais do mundo, e no top dos de temática fantástica.

O Auto da Compadecida, de Guel Arraes, Brasil, 2000, 104m
Dia 24, quarta-feira, às 22h00

Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Diogo Velela e Marco Nanini encarnam personagens num dos mais premiados filmes do cinema brasileiro, O Auto da Compadecida, comédia de costumes passada no Nordeste. No duo em torno do qual o filme gira, um dos homens é um vigarista capaz de inventar as mais extraordinárias aventuras e aldrabices. O outro é um pobre diabo a quem cabe remediar os estragos, verdadeiro Sancho Pança de um Dom Quixote megalómano dos tempos modernos.

Fausto 5.0, de Isidro Ortiz/Alex Ollé/Carlos Padrissa, Espanha, 2001, 93m
Dia 25, quinta-feira, às 22h00

O filme europeu mais premiado dos últimos anos, vencedor do Méliès d´Or 2002 - Melhor Filme Europeu de Cinema Fantástico, Fausto 5.0 é uma interpretação do mito de Fausto que passa por entre uma visão decadente de cidades futuristas, construindo um panorama negro da nossa civilização. As cidades e os seus edifícios estão doentes de uma estranha doença que os esboroa. E é nesse mundo que se está a dissolver, que o Dr. Fausto, um especialista em doenças terminais, mais se afunda na sua depressão.

Desejos Virtuais, de Lynn Hershman Leeson, EUA, 2002, 85m
Dia 26, sexta-feira, às 22h00

Nesta hilariante comédia de ficção científica, onde o tema da clonagem é abordado de forma elegante e sofisticada, a doutora Rosetta Stone descarrega o seu ADN para um programa de inteligência artificial, criando um trio de luxo, Ruby, Marianne e Olivia, três jovens que irradiam sensualidade e não deixam passar uma oportunidade para se divertir. Mas, este trio ciber-humano tem um defeito: faltam-lhes cromossomas masculinos, e sem eles, a sua vida está em perigo.

O Bordel do Lago, de Kim Ki-duk, Coreia do Sul, 2000, 90m
Dia 27, sábado, às 22h00

Como um pássaro numa gaiola, uma mulher misteriosa vive numa ilha-bordel remota, usada pelos pescadores. A chegada de um pescador com vontade de se suicidar vai quebrar-lhe a rotina. Mas apesar de o salvar da morte e de ser a sua amante, a mulher não consegue prendê-lo ao seu amor. Representante do cinema coreano, uma das cinematografias mais surpreendentes dos últimos anos, O Bordel do Lago foi um dos filmes surpresa de Cannes 2000.

A Espada do Poder, de Kim Euisuk, Coreia do Sul, 2003, 100m
Dia 27, sábado, às 24h00

Realizado por um dos mais promissores cineastas do país, este foi o primeiro épico de artes marciais de grande orçamento filmado na Coreia do Sul. A Espada do Poder leva-nos à Seul do século XVIII, por entre batalhas descomunais e honras perdidas. Uma das mais impressionantes cenas é a parada real numa ponte construída com 37 barcos tradicionais, recriados com a maior das minúcias, a que se juntaram nada mais nada menos que 1450 figurantes.

sábado, 20 de outubro de 2007

A VER: Museu da Escrita do Sudoeste (Almodôvar)


Museu da Escrita do Sudoeste é inaugurado hoje em Almodôvar

o MESA (também conhecido como Museu da Escrita do Sudoeste de Almodôvar) conta com alguns dos mais importantes achados arqueológicos epigrafados com caracteres da escrita do sudoeste. Inscrições sobre pedra que contam a História da Península Ibérica. Entre os tesouros, encontram-se estelas funerária - túmulos em pedra de xisto - de escrita tartéssica. Situado junto à Torre do Relógio, no centro de Almodôvar, permite viajar até um tempo em que a palavra era de pedra e a língua que se falava em nesta ocidental praia à beira mar plantada ainda não era o lusitano português...