Mais informaçãosegunda-feira, 19 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Señor Coconut no CAEPortalegre
«Around the World with Señor Coconut»
Grande Auditório - Latin / Electro / Electronica
Inicio 22.00h
Preço único 12 euros
Todos já ouviram falar da rubrica “Discos que Levaria para uma Ilha Deserta“, aquelas colecções de álbuns que temos absolutamente de ter à mão no caso de acabarmos um dia numa ilha no sul do Pacifíco...
Imagine por um momento, uma variação desse tema, e encontrará a música do misterioso Señor Coconut, com as suas versões de clássicos da música pop e rock, tingidos com roupagens originais, com um pézinho de dança latino, em tons de mambo, merengue, bolero e cha-cha-cha.
Kraftwerk, Sade, Michael Jackson e Deep Purple são apenas algumas das bandas modificadas pelo “electrolatino“ Señor Coconut, de origem alemã e chilena, que virá ao CAEP apresentar o seu estilo inconfundível, com a ajuda do cúmplice de longa data, Argenis Brito, que é apenas mais um de um grande número de colaboradores numa carreira iniciada nos anos 90 em Frankfurt.
A sua carreira discográfica iniciou-se em 1997, com “El Gran Baile“, que contém uma enorme variedade de estilos musicais: Nova Raro, Jive Ecléctico, Samba Virtual, que têm a particularidade de existirem apenas na mente fértil de Coconut. A este projecto original, seguiu-se em 2000 “El Baile Alemán“, adaptação merengue da electrónica cibernética dos Kraftwerk, exemplificada em versões inesquecíveis dos hinos glaciais “Showroom Dummies," "Trans Europe Express" e "Autobahn“, já com a colaboração do vocalista Argenis Brito, do grupo Mambotour.
Em 2003, “Fiesta Songs“ adaptou Sade e The Doors, respectivamente com "Smooth Operator" e "Riders on the Storm“, ao já peculiar estilo “electrolatino“, e o álbum de 2005, “Señor Coconut Presents Coconut FM: Legendary Latin Club Tunes“, é uma colectânea de envolventes versões de reggaeton, funk carioca e cumbia que obliterou as distinções entre música alternativa e comercial.
Em 2006, “Yellow Fever“ colectou os maiores êxitos dos japoneses Yellow Magic Orchestra, grupo dos anos 70 liderado por Ryuichi Sakamoto, autor da banda sonora do filme “O Ùltimo Imperador“.
No início de 2008 foi lançado o seu mais recente álbum, “Around the World with Señor Coconut”, que contém versões dos Daft Punk ("Around the World") e dos Eurythmics ("Sweet Dreams are Made of This").
www.senor-coconut.com/
www.myspace.com/senorcoconutuk
CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Cirque du Soleil

«Quidam» significa transeunte anónimo, uma figura solitária numa rua, alguém que passa à pressa, que se sente sozinho no meio da multidão.
O espectáculo é dirigido por Franco Dragone e conta com cerca de 50 elementos de uma dezena de países, estando ainda patente numa tenda instalada no Passeio Marítimo de Algés, distrito de Lisboa, até 25 de Maio.
Preços: de 30 a 90 euros
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Local:AlgésMorada:Oeiras LisboaTelefone(s):Horário:Até 25 de Maio de terça a sexta-feira às 21h30; sábados às 17h30 e às 21h30 domingos às 16h30 e 20h30
Mais Informação
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Escola de Artes em Sines

Já foram entretanto abertos o curso de jazz, de música clássica, o curso livre (outros géneros musicais, com pacote pais e filhos), infantil (opções jazz e clássico) e o curso de música e tecnologia aplicada à música - gravação, edição, masterização). Além dos cursos, realizam-se actividades complementares no Centro de Artes de Sines, como a musicoterapia (intervenção terapêutica através da música) e a massagem e música para bebés (massagem do bebé com intervenção terapêutica musical, para pais e filhos)."
terça-feira, 22 de abril de 2008
A Naifa no CAEPortalegre
Sab. 26 de Abril – A Naifa - "Uma Inocente Inclinação para o Mal"Grande Auditório - Fado / Indie / ExperimentalInicio 22.00hPreço único 8 euros A Naifa regressa aos escaparates em 2008 com a edição do seu 3º registo musical. Com data de saída prevista para Março, "Uma Inocente Inclinação para o Mal" sucede a "Canções Subterrâneas", lançado em 2004 e "3 Minutos Antes de a Maré Encher", de 2006, brilhantemente apresentado no início do ano seguinte no CAEP. Na sequência do lançamento do seu novo disco, e à semelhança do que aconteceu com os trabalhos anteriores, o grupo irá realizar uma digressão nacional nos meses de Abril e Maio.http://www.anaifa.com/www.myspace.com/anaifa
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
TassJazz em Odemira, Milfontes e Zambujeira do Mar
O primeiro momento aconteceu na noite de 28 de Março, no Cais Bar, em Odemira, que recebeu a banda Funk’as Trio.No próximo dia 12 de Abril, o Momento TassJazz decorrerá no bar-restaurante Duna Parque, em Vila Nova de Milfontes, que receberá em palco o jazz de Paulo Ribeiro Trio.
Actuação de Lounge’ as Trio, a 23 de Maio, no Bar Mercearia da Música, em Zambujeira do Mar.
Para 6 Junho está agendada a actuação de Guida de Palma & Jazzinho (que vão actuar este ano no Rock in Rio), enquanto a 13 Junho será a vez de André Fernandes Quarteto, com a especial participação de Mário Laginha ao piano.
JazzTaParta é a banda que virá a Odemira a 20 Junho; o último espectáculo será na noite de 27 Junho, com Astedixie Jazz Band (que irá actuar no Festival Internacional de Dixieland, em Cantanhede).
IN JAZZ em Beja
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Sardinas no CAEPortalegre
Sab. 12 de Abril – Eric Sardinas & Big MotorGrande Auditório - Blues / Rock / Bluegrass
Inicio 22.00h
Duração aproximada: 70 min
Preço único 12 euros
M/4 anos
Eric Sardinas: guitarra/voz
Levell Price: baixo
Patrick Caccia: bateria
Honesto, cheio de autenticidade e com uma paixão suja forjada a fogo, Eric Sardinas infunde a sua música com um espírito combativo, reconfigurando os blues do Sul profundo com a delicadeza de um mestre.
Os seus primeiros registos de estúdio são “Treat Me Right”, de 1999, “Devil's Train”, de 2001 e “Black Pearls”, de 2003.
Ao seu 4º álbum, “Eric Sardinas and Big Motor”, lançado no início de 2008, Sardinas dá-nos um forte depoimento musical, alimentado por um sentido de aventura e imaginação, para além de uma guitarra feroz, complementada com versões inovadoras de clássicos de Elvis Presley e Tony Joe White.
Sardinas começou a tocar guitarra aos seis anos, recolhendo inspiração de uma imensidão de influências, nomeadamente rhythm & blues, gospel, rock ‘n’ roll, mas principalmente o seu profundo amor pelo blues tradicional de Son House e Robert Johnson, entre outros. Todas estas influências, destiladas, compõem o seu estilo de composição e de interpretação, embora Sardinas não seja um mímico, um imitador.
Ao revés, absorve todos estes estilos no seu DNA, reinterpretando-os como um blues/rock contemporâneo inteiramente seu.
Não é necessário um velho mapa de estradas ou um sistema GPS topo de gama para navegar através da música de Eric Sardinas. Basta “ligar” o motor, deixá-lo acelerar, e a sua guitarra irá levá-lo a uma viagem musical estonteante, que nunca irá esquecer…
www.myspace.com/ericsardinasband
www.ericsardinas.com/
CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Mão Morta no CAEPortalegre

terça-feira, 1 de abril de 2008
Colleen no CAEPortalegre
Sab. 05 de Abril – ColleenPequeno Auditório -
Experimental / Folk
Inicio 22.00h
Duração aproximada: 70 min
Preço único 5 euros
M/4 anos
Colleen é o nome de uma artista francesa, conhecida por usar instrumentos acústicos e tecnologia moderna, que já editou dois álbuns através da editora The Leaf, "Everyone Alive Wants Answers", de 2003 e "The Golden Morning Breaks", em 2005, assim como um álbum gravado ao vivo em 2006.
O seu terceiro longa duração, "Les Ondes Silencieuses", foi lançado em 2007, centrando-se em instrumentos raramente ouvidos na música contemporânea, como a viola de Gamba (o antecessor de 7 cordas do violoncelo), e o spinet (uma pequena harpa). Alguns dos seus instrumentos favoritos, como o clarinete, a guitarra clássica e os cristais de vidro podem também ser ouvidos num álbum que é uma mudança em relação aos seus registos anteriores.
Para os seus espectáculos ao vivo, Colleen apresenta um repertório específico, já que não gosta de utilizar elementos pré-gravados. A variedade de instrumentos acústicos que usa reflectem o seu intenso amor pelos instrumentos acústicos, e o seu uso ocasional de “looping” e pedais “delay” servem apenas para aproximar os concertos do som em estúdio, mais estruturado.
Nos últimos anos, Colleen tem tocado em vários locais da Europa, nos Estados Unidos e no Japão, regressando a Portugal (onde esteve em 2006, num concerto único num Festival de Música Experimental) para três datas em promoção de "Les Ondes Silencieuses".
www.colleenplays.org/
www.myspace.com/colleenmusique
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FMM 2008- Sines
sexta-feira, 28 de março de 2008
Meredith Monk no CAEPortalegre

Qui.01 de Maio - Meredith Monk & Vocal Ensemble in Concert
Grande Auditório - Experimental / Classical
Inicio 22.00h
Duração aproximada: 70 min
Preço único 15 euros
M/4 anos
Meredith Monk (Perú, Lima, 1943) é compositora, cantora, coreógrafa, autora de Nova Ópera e
de instalações, e ainda realizadora de cinema, uma pioneira naquilo a que se chama de “técnica vocal extendida” e “performance interdisciplinar”.
Durante uma carreira que se espraia por mais de 40 anos, os críticos e o público têm aclamado Monk como uma das forças criativas mais importantes das artes cénicas. Entre os músicos influenciados pela sua obra estão Laurie Anderson e Björk. Em 1999, Monk realizou a performance “Vocal Offering” para sua Santidade o Dalai Lama, como parte do “Sacred Music” Festival, em Los Angeles.
Meredith Monk colabora actualmente com alguns dos intérpretes mais brilhantes e aventureiros da cena musical actual, os Vocal Ensemble, que têm actuado nos principais teatros e auditórios mundiais como o Carnegie Hall, o Queen Elizabeth Hall e a Cologne Philarmonie, entre outros. Os membros do Vocal Ensemble representam diferentes culturas, incluindo a Ásia, a África, a Europa e a América Latina, abordando diversas tradições artísticas, desde a ópera Chinesa e ocidental, até à Broadway e ao teatro musical, bem como todo o tipo de peformances multidisciplinares.
www.meredithmonk.org/
www.myspace.com/meredithmonkmusic
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quarta-feira, 19 de março de 2008
Aniversário do Hot Club
terça-feira, 18 de março de 2008
A VER: REVL9N no CAEPortalegre
Sex. 16 de Maio – REVL9N Café - Concerto - Pop / Electro / Punk
Inicio 23.00h
Duração aproximada: 70 min
Preço único 5 euros
M/4 anos
Os Revl9n, grupo sueco, são um beijo de uma máquina, uma agradável “festa” de um felino favorito. O seu som é frágil e brutal, vulnerável e visceral, despojado e sensual. Mantêm-se à parte da cacofonia nostálgica e dos vendedores de inovação por atacado, apostando numa sonoridade moderna, mas com uma tensão, energia e atitude que é puro punk rock.
Desde os seus primórdios em meados dos anos noventa, na cidade de Estocolmo, que Maria Eilersen e Nandor Hegedüs sempre menosprezaram a noção de evolução musical estática ou a cedência a um som mais comercial. Os seus álbuns demonstram uma progressão, um desejo de perfeição, e uma rejeição sóbria do remoer de “velhas glórias”.
Ao vivo, podem aparentar utilizar demasiados sintetizadores, ou pistas sonoras para aumentar o seu som. De qualquer forma, a indiferença é a única reacção impossível ao seu som.
O seu é um trabalho de amor, ódio e teimosa determinação em face da ocasional adversidade. Sabem que têm algo a dizer e querem garantir que a sua audiência os ouça, a bem ou a mal. Se nos assustarem, provavelmente merecemo-lo, mas prestando atenção, os Revl9n irão seduzir-nos de uma forma negra e deliciosa…
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7300-109 Portalegre
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segunda-feira, 10 de março de 2008
Ciclo de Piano no CAEPortalegre
Pequeno Auditório - Jazz
Inicio 21.30h
Preço único 7,5 euros
Sentimental, adocicado, meloso — estes são alguns dos adjectivos que não ouvirá em relação ao jazz avant-garde/post-bop do pianista Pandelis Karayorgis (primeiro nome a actuar num ciclo de Piano, dedicado a grandes compositores na área do jazz, que irá decorrer durante 2008 no CAEP), cujo estilo tem sido descrito como angular, cerebral e abstracto. As suas principais influências são os “enormes” Thelonious Monk e Cecil Taylor, mas Marilyn Crispell, Myra Melford e o discreto Herbie Nichols também são nomes de comparação válidos.
Nascido e criado na Grécia, Karayorgis mudou-se para Boston nos anos 80, onde estudou no prestigiado “New England Conservatory” (onde teve como professores o pianista Paul Bley e o baixista Dave Holland, que tocou e gravou com Miles Davis nos seminais “In a Silent Way” e “Bitches Brew”, conceituados “mesteres” na arte da improvisação”).
Pandelis Karayorgis tem actuado em festivais internacionais e auditórios na Europa e nos Estados Unidos.
Gravou para um grande número de editoras, entre as quais a portuguesa Clean Feed, destacando-se os álbuns “Heart And Sack”, “Foreground Music” e “Disambiguation”, a propósito do qual o critíco Kevin Whitehead mencionou que “Isto é o que o jazz deve ser no início do seu segundo século: artistíco e complexo, sem fazer um grande alarido sobres estas qualidades”.
www.karayorgis.com
www.myspace.com/pandeliskarayorgis
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terça-feira, 4 de março de 2008
Programação Março CASines
Janita Salomé »Nascido em 1947, na vila de Redondo, Janita Salomé é um dos mais experientes, mas também mais experimentalistas cantautores portugueses. A sua última aventura é o disco “Vinho dos Amantes”, onde trabalha a poesia sobre o vinho.15 Março 22h00 5 euros
António Zambujo »“Se João Gilberto cantasse fado, seria mais ou menos assim”, escreveu, em 2007, sobre António Zambujo, o jornalista João Miguel Tavares (Time Out). Tinha escutado o terceiro disco do fadista de Beja, “Outro Sentido”, que trará a Sines.
21 Março 22h00 Bilhete 5 euros
"Antes de Começar", de Almada Negreiros, pelo Teatro do Mar »A nova peça do Teatro do Mar, “Antes de Começar", é um trabalho direccionado mais particularmente para a comunidade educativa, mas chega e toca a todos.
27-29 Março Estreia, dia 27, às 22h00 Dia 28: às 15h30 e 19h00 Dia 29: às 15h30 e 22h00 Sessões gratuitas, mediante reserva no CAS
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
A VER: Waste Disposal Machine no CAEPortalegre
29 de Fevereiro – Waste Disposal Machine
«Quina das Beatas» - Electro / Industrial / Metal
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 euros
São várias as referências descortináveis na sonoridade praticada pelos Waste Disposal Machine, sendo as mais óbvias e notórias as que passam pelo rock, pelo Electro mais escuro /obscuro, por algum Industrial e por algumas formas derivadas do Metal.
Actualmente reduzidos a um quarteto (João Gonçalves, Miguel Silva, Hugo Santos, e Victor Silva), os Waste Disposal Machine encontram-se em fase de conclusão do seu álbum de estreia – “Interference” – e têm em circulação mais ou menos restrita um Promo-CD que avança dois dos temas que surgirão nessa aguardada estreia.
Anteriormente, os Waste Disposal Machine lançaram dois CD-R (“First Offensive” e “i.D. Code”) que lhes valeram algum reconhecimento a nível de um certo underground nacional e internacional e que os afirmaram como uma das poucas bandas dentro do seu género a trabalhar a partir de Portugal.
Mais por contingências do mercado musical português do que por opção deliberada, os Waste Disposal Machine têm-se concentrado essencialmente no trabalho de composição e de estúdio, apostando, quando a oportunidade se propicia, em actuações cirurgicamente preparadas e cuidadosamente agendadas, como foi o caso da sua participação nos festivais HallowFest (Hard Club, Vila Nova de Gaia), I.M.A.N. (Vila Nova de Famalicão), Festival Arteficial (Ribadavia, Galiza), Elektrocution: Ignite – 1º Festival Português de Música Industrial (Azeitão) e nos eventos Androids & Electric Sheep (Braga) ou Orbit Fest (Coimbra).
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
A VER: JAZZ Odemira
Joana Machado tem todo o potencial para vir a ser uma das grandes vozes do jazz português e mesmo internacional. O seu primeiro disco “CRUde” visita lugares do jazz e da música universal, tendo a voz como centro gravitacional da teia de arranjos que une estruturalmente a música apresentada. Também no âmbito do Portugal Jazz, será realizado entre as 15.00 e as 17.00 horas, um workshop de combo destinado aos elementos da Banda Filarmónica de Odemira.
Odemira 23 Fevereiro Cine Teatro Camacho Costa
A VER: Vagabond Opera no CAEPortalegre

Dia 01 de Março – Vagabond Opera
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10€
A Vagabond Opera é um grupo de variedades americano, que desde 2002 têm vindo a entreter e deliciar as suas audiências com uma amálgama única entre o estilo Absurdista e Boémio.
O seu trabalho é uma mistura eclética entre composições originais e tradicionais, mesclado com o ambiente da Velha Europa.
Os seus espectáculos são compostos por elementos tão díspares como excertos de Kurt Weil, Duke Ellington e Edith Piaf, jazz boémio de Paris, Tango, Dança do Ventre Balcânica e Arábica, misturados com Cabaret Europeu, absurdista e Neo-clássico, tudo tocado com talento, exuberância e uma vertente alternativa e “vagabunda”.
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